sábado, fevereiro 11, 2006

Tenho medo...

Não me culpe por te amar,
Tenho medo de te perder.
Não sou culpada por me apaixonar,
O vilão da história é você.
Se não atendo aos telefonemas,
Nem te procuro mais,
Tenho lá os meus problemas
Queria eu ter sossego e paz.
Me perdoe, não posso continuar.
Tenho medo de sofrer,
Sentir a lágrima rolar.
Me perdoe, não posso mais te ver.
Assim é a vida,
E ela, viverei sem você.
Não estou feliz nem triste. Apenas me sinto cansada, indiferente. Gostaria de dizer que nunca chorarei mais por homem algum. Mas toda vez que me apaixona, é a mesma dor. Cada um por motivos diferentes, mas a dor é a mesma.
Eu sei, a culpa é minha na maioria das vezes, mas o que posso fazer? Não mando no meu coração, e o que acho certo, errado se mostra ser, no futuro, quando o arrependimento já não se faz mais necessário, quando o perdido já não pode ser mais achado.
Entre esses e outros devaneios eu vivo, ou sobrevivo, tendo raros momentos de felicidade, mas que ficam guardados na memória, para sempre.
Quero devanear mais um pouquinho, sinto a necessidade de desabafar, já que meus amigos estão ausentes, de uma forma ou de outra, e eu me encontro aqui em casa, com familiares, mas sentido a solidão rotineira, que me persegue desde que me entendo por gente.
Não sou muito boa com as palavras, mas faço o que posso. A vida não é tudo o que imaginei, tudo o que eu queria, não é como eu queria que fosse, nada sai como planejado. Quando você se dá conta, lá vem o destino lhe dar mais uma rasteira.
Eu já quis ser poeta, escritora, atriz, advogada, professora, médica, astronauta. Hoje, quero apenas ser eu. Tentar viver a vida da melhor maneira possivel, pois o tempo não espera e não volta. Tenho a impressão (ligeira impressão) que meus pensamentos são mais rápidos que minhas mãos, e talvez eles estejam meio confusos, em meio a bits e bytes deste humilde blog.
Costumava escrever diários. E escondê-los no meu quarto, para que minha mãe não descobrisse nada da minha vida. Mas esta é uma outra história.
Just it.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Gostei dessa mudança de tom. Teu blog está mais pessoal do que nunca, mas, paradoxalmente, mais universal também.
Sucesso nessa jornada!

5:44 PM  

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